Ética e
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Educação em Valores Humanos: 
O resgate da Construção do Indivíduo Ético 
Regina de Fátima Migliori
Porque nas pessoas "instruídas" em que não haja valores humanos, o que encontramos é somente ansiedade e preocupação.(Sathya Sai Baba

A transformação social almejada pela humanidade em direção a uma sociedade de paz e
harmonia, passa necessariamente por uma mudança no processo educacional que deve formar o ser humano capaz de construir esse mundo novo.
Isso exige uma revisão na proposta educativa no sentido de uma expansão da compreensão da realidade e do desenvolvimento do ser humano nos seus níveis intelectual, afetivo, emocional e espiritual, seu compromisso com a ética e a responsabilidade social e planetária, numa visão de educação integradora e formadora de caráter.

A abordagem da Educação em Valores Humanos busca integrar essas dimensões, do conhecer,
do pensar, do vivenciar e do agir do ser humano, e para isso propõe uma formação que nos leve
a dominar os conhecimentos na fronteira das ciências, da epistemologia e do avanço de campos científicos que estão estabelecendo novas visões de mundo, a partir da física quântica, da teoria
dos hemisférios cerebrais, da ecologia profunda, da visão de novos processos em educação, de perspectivas éticas, numa proposta de educação transdisciplinar, sob um ponto de vista complexo
e complementar que fundamenta os novos paradigmas da ação humana.

Porém, esta não pode ser apenas uma viagem intelectual, mas um compromisso institucional e individual profundo com a ação amorosa. Ainda que o amor não possa ser quantificado nem
definido cientificamente, manifesta-se no servir, que implica sair de nós mesmos.

Servir nos leva à percepção da unidade na diversidade, e nos oferece a chave para a abertura
da alma. Esta proposta visa propiciar essa formação visando a construção de uma sociedade amorosa e harmônica, a partir da formação do caráter de forma integradora e
globalizante, propondo:

uma metodologia que vincula a elaboração teórica e vivencial com a ação referenciada em Valores Humanos;
uma abordagem transdisciplinar;
uma formação baseada na prática dos paradigmas emergentes;
uma integração das múltiplas dimensões do ser humano:biológica,
racional, lógica, criativa, intuitiva, emocional, social, cultural, planetária,
cósmica e espiritual.
O que se pretende é embasar a ação humana numa visão de mundo sistêmica e integrada,
que possibilite um pensar, sentir e agir coerentes e harmônicos, atendendo às necessidades
deste momento em que se buscam modelos de educação para um ser humano capaz
de atuar na construção de um mundo de paz e harmonia. 

As perspectivas de educação no Brasil já vêm apresentando a necessária abertura a essas premissas. Os Parâmetros Curriculares Nacionais, as propostas de Temas Transversais, as possibilidades de ação dos Conselhos Municipais são exemplos das oportunidades que o próprio sistema nos oferece, buscando uma abordagem mais complexa do processo educativo, e
ampliando as possibilidades criativas:
A tradição escolar - que não fazia diferença entre um erro que é parte integrante do processo de aprendizagem e um simples engano ou desconhecimento - trabalhava com a idéia de que a ausência de erros na tarefa escolar era a garantia de aprendizagem.

Hoje, graças ao avanço significativo da investigação científica na área da aprendizagem, tornou-se possível interpretar o erro como algo inerente ao processo de aprendizagem e ajustar a intervenção pedagógica para ajudar a superá-lo.
O erro costuma traçar na escola, a fronteira entre o sucesso e o fracasso.
Se cada experiência de aprendizagem for uma experiência de sucesso, o aprendiz constrói uma representação de si mesmo como alguém capaz de aprender. 
Se, ao contrário, cada experiência de aprendizagem for uma experiência de fracasso,
o ato de aprender tenderá a se transformar em ameaça e a ousadia necessária à
aprendizagem  se tornará em medo, para o qual a defesa possível é a manifestação
de desinteresse.

Parâmetros Curriculares Nacionais 


A recomendação é a de alimentarmos a nossa ousadia. O medo, a violência, o desinteresse e a desesperança permeiam todas as faixas etárias e todos os grupos sociais. Estamos diante de desafios extremos, e precisamos aprender a nos exercitarmos como seres humanos integrando competência e sensibilidade, ação eficiente e amorosa, aliando a perspectiva linear dos
resultados à consciência da complexa repercussão da nossa ação. 

Esta proposta não oferece um modelo fechado, uma receita pré-fabricada de ser humano
competente e feliz, pois isso seria reduzir as nossas potencialidades.
A complexidade humana nos faz perceber que somos artistas, cientistas, e empreendedores.
Que possamos integrar razão e emoção, ver o mundo com os olhos inteligentes do coração.
Analisar cada aspecto e promover uma nova síntese.

Contemplar a construção integrada de um conhecimento que emana das idéias que cada um desenvolve. Prestar atenção às nossas potencialidades, e procurar viver os valores humanos
aqui sugeridos, a partir do exercício do amor. Essas idéias não são novas, ao contrário,
emergem na história da humanidade em todas as épocas.

Admitir a hipótese de que cada ser humano traz em si potencialidades a serem desenvolvidas
é admitir a idéia de permanente transformação. É falar de mudança.
Às vezes é muito importante percebermos que algo em nós deve mudar.
E quando isso é feito suave e naturalmente, essa mudança não nos causa nenhum dano.

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Isso é o que diz este trecho do I Ching, texto da milenar sabedoria oriental: Ao término de um período de decadência sobrevém o ponto de mutação. A luz poderosa que fora banida ressurge.
Há movimento, mas este não é gerado pela força... O movimento é natural, surge
espontaneamente. Por esta razão, a transformação do antigo torna-se fácil.
O velho é descartado, e o novo é introduzido. Ambas as medidas se harmonizam com o tempo, não resultando daí, portanto, nenhum dano.

Transformar significa simplesmente colocar movimento em situações que parecem estagnadas. Certezas internas que podem ser revistas, situações externas que podem ser modificadas, não só como as nossas certeza internas determinam.
Às vezes, uma dureza interna nos faz muito infelizes. E esta não é só uma sabedoria chinesa:
"Não é possível dizer-te sempre coisas novas, nem te é necessário ouvi-las. O que importa é que sejas sempre novo, que te desprendas cada dia do homem-velho, e que cada dia tornes a nascer,
a crescer e a progredir." (Santo Agostinho)


Não somos uma realidade dura como uma pedra. E não vale à pena tentar ser. É só perceber que
não somos os mesmos todos os dias, nem nos fecharmos na dureza das nossas convicções.

Perceber que a vida flui, e não há, nem pode haver diagnósticos definitivos sobre nós mesmos.
Não pretender ser duro e inflexível como uma pedra. Esta é a idéia de realidade como um constante processo. Nós somos um processo em constante transformação, em harmonia com uma realidade mais ampla e mais complexa, e esta também é uma idéia que há milênios permeia o pensamento ocidental: A harmonia invisível é mais forte que a visível.
No mesmo rio nós pisamos e não pisamos. Não se pode pisar duas vezes no mesmo rio. (Heráclito).

Mas como ser flexíveis e integrados conosco, com os outros e com o mundo simultaneamente?
Nós, que nos habituamos a organizar a realidade sob o ponto de vista da ordem linear, estabelecemos relações de causa e efeito fechadas e intransigentes, que cerceiam a nossa capacidade de compreender o outro e nós mesmos, na nossa complexa plenitude.

Essa dificuldade se suaviza, quando acionamos mecanismos internos que não se detenham exclusivamente na compreensão racional dessa realidade. Falta-nos, às vezes, acionar alguns aspectos que as modernas teorias denominam múltiplas inteligências. Acrescentar emoção,
intuição e criatividade à nossa racionalidade. Algo que nos atrevemos a utopicamente sugerir.

Algo que a sabedoria universal entende como Amor: O Amor como pensamento é Verdade.
O Amor como ação é Ação Correta. O Amor como sentimento é Paz. O Amor como compreensão
é Não-Violência. (Sri Sathya Sai Baba).
Um educador dos nossos dias que nos remete mais uma vez a uma verdade universal. Outro autor, outra cultura, dizendo coisas tão próximas. O mundo inteiro está tentando mostrar, há muito tempo, coisas muito simples. O fundamento da nossa vida é o amor. Tudo o que se faz baseado e inspirado pelo amor, frutifica e dá certo.
Qualquer ação movida pelo ressentimento, pela indignação, pela discórdia nos impõe sofrimento.

Neste final de século temos visto o surgimento de inúmeras abordagens do universo, do planeta,
e de nós mesmos baseadas na urgência da recuperação de um ingrediente precioso para a manutenção da vida: o Amor. Este amor vivenciado, de uma maneira muito simples e ao mesmo tempo extremamente complexa, se reflete em valores universais: Paz, Verdade, Ação-Correta
e Não-Violência. Este pode ser um mergulho na nossa imensa competência amorosa. 

Nossa tarefa como educadores passa a ser a de despertar o que há de melhor nos outros
e em nós mesmos. 
Transformar essas idéias em algo acessível à nossa família, nossos amigos, nossos alunos,
nossos companheiros de trabalho, introduzindo-os em atividades que atendam à integração
da ação humana compreendendo seus diversos níveis de conexão:

1º nível: A Descoberta
O contato consigo mesmo, o mergulho interior nas nossas potencialidades e
na nossa consciência.
2º nível: A Ação
O exercício das nossas potencialidades em nosso universo de ação de forma criativa e transformadora.
3º nível: A Repercussão
Nossa atuação compreendida numa perspectiva local e global: a família, a escola, a comunidade, o país, o planeta, etc. A repercussão da nossa ação é um fenômeno inerente a qualquer um dos nossos atos, dos mais simples aos mais complexos. Qualquer idéia, qualquer sentimento e qualquer atuação humana gera repercussão. 
Tomar consciência disso aumenta a nossa responsabilidade e nos faz perceber a
importância de clarearmos o enraizamento interior das nossas ações.
O mundo em que vivemos é o mundo que construímos. Realidade externa e realidade interior
são absolutamente integradas e interdependentes, interagindo permanentemente.Dessa forma, estaremos atuando em torno de 3 eixos direcionadores: a criação do conhecimento. o desenvolvimento do potencial humano. a vivência de valores humanos.

A criação do conhecimento é realizada a partir de uma atuação centrada nos paradigmas
que vêm orientando a ciência neste século, embasados nas noções de complexidade, complementaridade e totalidade integrada. 

Construir conhecimento de forma integrada prevê também a ampliação da visão do
ser humano sobre si mesmo, descobrindo e desenvolvendo novas potencialidades,
acionando os cérebros de forma mais criativa, flexível e harmônica.
Porém, criar conhecimento e desenvolver potencialidades ainda não basta para termos um
mundo melhor. Um procedimento de educação baseado somente nestes dois aspectos pode
ainda gerar "genialidades" voltadas para a destruição.
É preciso encontrar outras premissas, que nos levem a outros resultados, embasar nossa atuação
em valores humanos universais.
Não podemos nos esquecer que para entrarmos em ação de forma consciente e transformadora, é preciso estabelecer um circuito metodológico em que seja possível: harmonizar-se internamente. estabelecer processos reflexivos e criativos . atuar em relação àquilo que foi elaborado. 

Não basta saber, é preciso acreditar no que se sabe. E somente agir movido por aquilo em que
se acredita. Aí sim, a vida passa a ser vivida. Só dessa forma pode-se pensar em criação,
evolução e transformação.
É preciso atenção, inteligência, sensibilidade e cuidado para não cair na armadilha interior de
querer que o mundo seja de uma única maneira.
Dividir-se entre certos e errados, e continuar discutindo, cada um achando que tem mais
razão do que o outro, esquecendo que o que se faz, agindo assim, é pregar a paz e semear a guerra.

Muitas guerras já aconteceram simplesmente porque alguém, em algum lugar, queria fazer
do mundo um grande "porque sim", onde tudo funcionasse por conta do seu modelo desejado.
Porque acredita que está certo e resto do mundo está errado. E a vida não é assim.
Cada ser humano, à sua maneira, busca seu caminho de desenvolvimento. Temos que
aprender a compreendê-los e, como educadores, mostrar uma possível trajetória.
 

A opção de caminhar é responsabilidade de cada um, é tornar-se senhor de si mesmo,
é o caminho para a formação do caráter. Isso todos temos que aprender. Esta é a raiz da
autonomia e da liberdade, e não a busca frenética e desorientada de uma liberalidade sem
pé nem cabeça, do desenvolvimento de modelos que alienam e manipulam, que nos fazem
perder o chão, perder o precioso tempo da nossa vida, perder a dignidade das relações
humanas e alimentar a desesperança.

Daí a importância de despertar nas pessoas o desejo de mudar e encaminhar as possibilidades
de elaborar uma atuação que realmente nos conduza a outros resultados. Talvez mais felizes.
Não esperemos que o mundo faça isso por nós. Não esperemos que o mundo nos compreenda se
não nos fizermos entender. Viver é ter a humildade de se explicar, se assim for necessário, e a grandeza de compreender, pois isso sempre é necessário. Não trancar o nosso coração.
Não obstruir a nossa inteligência. E não se convencer de que não nascemos para realizar os
nossos sonhos. A vida é sonho, pois quem não sabe sonhar, não sabe planejar. Somos grandes planejadores e estrategistas.

Não percamos então a nossa capacidade de sonhar. O plano é algo linear: pensamos isso, para depois acontecer aquilo e aquilo outro. O sonho é múltiplo. Nele cabe muita coisa ao mesmo tempo. É assim que a vida acontece. Tudo ao mesmo tempo, sem que a nossa ordem particular possa interferir com mais força do que a ordem, às vezes caótica, dos acontecimentos.
Nós somos responsáveis pela vida que vivemos, pelos sonhos que sonhamos, pelos sonhos dos
quais desistimos e por aqueles que levamos em frente.

Se algo muda em nós, tudo à nossa volta muda também. Este é o mecanismo de desenvolvimento das nossas potencialidades. Uma estrutura de conexões estabelecida em níveis que nos integram a nós mesmos, ao nosso universo de ação e à consciência da repercussão da nossa atuação, que é muito mais ampla do que nossa percepção pode detectar.

Todos os setores da sociedade podem se mobilizar neste sentido. Isso não requer exclusivamente capacitação técnica e recursos financeiros. Ao contrário, depende muito mais da disposição
pessoal e institucional de exercitar a nossa "competência amorosa", um exercício de liberdade
e de responsabilidade, ativando a nossa capacidade de responder de forma eficiente, criativa e harmônica às solicitações que a vida nos faz.

Isso significa que diante de tantos fenômenos sociais desarmônicos temos que deixar de agir exclusivamente sob o ponto de vista corretivo. Os diagnósticos já são mais do que suficientes para nos instrumentalizarem numa ação de correção de rumo, porém isso já não é suficiente. A ação não pode ser exclusivamente corretiva ou punitiva.
Já não basta corrigir. Temos que criar. Encontrar novos rumos para a formação e o
desenvolvimento dos seres humanos pelos quais somos responsáveis. 
E no fundo, somos todos responsáveis por todos. 

A construção de uma sociedade ética será o resultado da atuação daqueles que consciente e deliberadamente desenvolverem uma ação social. Mas é preciso rever nosso conceito sobre ação social. É diferente da assistência social paternalista e distanciada. A ação social não imobiliza recursos, ao contrário, mobiliza potencialidades dando sustentabilidade a uma criativa rede de relações complementares. 

O caminho já não é exclusivamente a determinação de um orçamento que dita o quanto
se pode gastar patrocinando projetos, criando equipes, mensurando resultados, e
considerar a missão cumprida.
A ação pode e deve ser muito mais ampla. A questão não é quanto temos para "gastar", até
porque em tempos de crise o que mais falta é dinheiro. A questão é outra: O que temos a oferecer? Só dinheiro, recursos e tecnologia é pouco, e às vezes dispensável.
Os grupos sociais dispõem de conhecimento construído e experimentado, de especialidades e estratégias comprovadas, de tempo voluntário e autônomo disponível, de potencialidades
humanas a se desenvolver. 

A ação humana tem duas dimensões: uma mensurável, concreta e quantitativa; outra não mensurável, abstrata e transcendente. Quantificamos quanto custa um projeto, mas não podemos utilizar as mesmas metodologias de cálculo para dimensionar a felicidade que ele pode gerar. 

Qual a contrapartida?
Uma proposta de desenvolvimento onde haja coerência entre o que a cabeça pensa, o que
o coração sente e o que as mãos fazem.

Qual a expectativa de resultados?
A construção de um mundo melhor.
O sistema educativo está infestado de muitos problemas. Não tem conseguido promover
nos jovens o amor, a indulgência e a inteireza. Em vez disso, serve para incentivar a natureza
animal dos estudantes, não havendo lugar para cultivar valores humanos como Verdade e Retidão.
Os pais se preocupam com a educação de seus filhos, mas não se preocupam com o tipo de
educação que lhes é oferecida. A educação deve ajudar os estudantes a personificar Valores Humanos tais como Verdade, Amor, Retidão, Paz e Não Violência. 

O conhecimento acadêmico pode ajudá-los a ganhar a sua subsistência, mas a educação deve ir
além da preparação para se ganhar a vida. Deve preparar-nos moral e espiritualmente para os desafios da vida. 

Porque nas pessoas "instruídas" em que não haja valores humanos, o que encontramos é somente ansiedade e preocupação.(Sathya Sai Baba)*

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Regina de Fátima Migliori. 
Educadora e Consultora, Diretora do Campus Século 21 da Fundação Peirópolis de Valores Humanos. 
Outros Artigos: http://www.editorapeiropolis.com.br/artigo3.html